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asimplesvidadejoaorapaz

É o João que é um rapaz que tem uma vida simples.

12
Dez11

3 coisas mais ou menos sobre gajas

asimplesvidadejoaorapaz

uma coisa: as pessoas pensam que todos os homens gostam de casas de strip e afins... eu não gosto!!! e continuo a adorar gajas e tudo e tudo! Será que são as stripers os objectos neste processo?? Eu acho que não, senão vejamos, elas estão lá a ganhar (e bem) o delas, nós a gastar (e para quem gosta) e bem o nosso, somos obrigados a assistir sem sequer ter a possibilidade de levar uma para casa, se por acaso nos calha um table dance as gajas usam e abusam de nós como verdadeiros objectos e nós nem direito temos a ficar de pau feito de tanta vergonha que estamos a passar, se nos pomos a conversar com elas a conversa mais tarde ou mais cedo vai parar ao copo que lhe vamos pagar ou não... eu não me sujeito a isso!!! vou a casas de strip quando por acaso o pessoal lá quer ir... nunca deixei que uma puta daquelas me pusesse as mãos em cima, nem na minha despedida de solteiro... o pessoal bem queria festa mas eu disse logo que com o dinheiro que iam gastar podiam beber mais copos ou então oferecessem o table a outro gajo qualquer... desculpem lá mas em mim só mexe quem eu quero, e eu sou muita areia para a camioneta das meninas do strip...

dois coisas: tenho pena que as pessoas não encarem o piropo ou as abordagem simples e descomplexadas que por vezes acontecem como uma coisa boa! Não, eu também não me sinto confortável a meter-me com gajas que não conheço de lado nenhum, mas se o fizesse acreditem seria sem malícia... gostava de ter a capacidade e possibilidade de chegar ao pé de alguém que me fez parar e olhar e dizer-lhe exactamente isso... assim como gostaria que as pessoas tivessem o à vontade de me abordarem se me acharem giro... das vezes que fui abordado do nada foi sempre por estrangeiras... será isto indicador de alguma coisa??? assim a que me marcou mais por todas as razões foi uma vez em que ia eu sozinho a andar numa rua de Espanha e à porta de um café estão duas raparigas... eu passo e uma pega-me pelo braço e diz-me (em castelhano claro): - tu és lindíssimo!!! (vira-se para a amiga e pergunta) - Não achas?? (e a amiga) - Não, por acaso não acho nada!!! eu ri-me com gosto e respondi-lhes que não se pode agradar a todos... e fui à minha vida!!! e pronto não morreu ninguém, ninguém ficou sem um bocado e eu fiquei com uma pequena recordação para além da massagem ao ego...

três coisas: no outro dia estava a almoçar num restaurante todo gourmet que um colega meu me levou a conhecer... estavamos sentados à mesa a comer as entradas quando entra uma mulher no restaurante e dirige-se ao patrão da casa (mais tarde percebi que era tipo fornecedora da casa), ficamos os dois assim parados no tempo a olhar para a senhora.... classe classe classe, mais, classe pura... e o meu amigo pergunta-me: - então valeu ou não a pena vir aqui??? - Está calado, estou triste!! - Triste??? eu estou contente, só a possibilidade de lavar as vistas desta maneira... - eu não, ver estas coisas faz-me mal, fico triste!!! e pronto a rimos os dois e a conversa ficou por ali, mas durante os dias que se seguiram lá voltávamos à conversa da aparição daquele ser transcendental... e contámos aos amigos e tudo...

Depois dei por mim a analisar a coisa mais a fundo... fico genuínamente triste, será que tenho um chip incorporado em mim que quase que me obriga a tentar conquistar estas verdadeiras raridades na terra... é porque fico mesmo mal resolvido, se assim não fosse não estaria aqui a falar do assunto já passado bem aí uns 2 meses... acho que genéticamente naqueles momentos os meus antepassados estão a tentar passar-me uma mensagem... prefiro pensar que a mensagem passa mais por "Agora era uma boa altura para fazeres a tua dança do acasalamento" do que "Agora era uma boa altura para lhe dares com a moca na cabeça e a levares para a gruta"...

 

Aí aí, doi tanto!!

14
Jan11

Muitas palavrinhas para poucas coisinhas

asimplesvidadejoaorapaz

Ponto prévio: Eu teria boas condições de ser perfeito caso não estivesse carregadinho de imperfeições!!

 

Escrevo no impulso... neste momento não sei bem o que me leva a escrever, mas escrevo tendo como objecto de escrita eu próprio, ou o "eu próprio" resultado da ligação com as mulheres.

A minha sexualidade aconteceu... não foi problemática, nem confusa, nem sequer foi... simplesmente quando dei por mim enquanto ser, já gostava da Mulher, acreditem que na minha inicial inocência não havia sequer espaço para conceber que um homem poderia não gostar de uma mulher mas sim de outro homem. Gostava de brincar com as miúdas porque eram tão giras, tinham tanta piada... e nem sequer sofri qualquer "represálias" quando por vezes preferia brincar ao lencinho da petica com elas do que andar a atirar pedras uns aos outros com os rapazes (embora também gostasse muito). Depois, também influenciado pelo meio de onde venho, as miúdas começaram a ser alvo de cobiça, não só minha mas de todos os meus amigos, e as conquistas e "desconquistas" sucediam-se ao ritmo em que viamos as paixões do cinema, como "TOP GUN", "NAMORADA ALUGA-SE" "DIRTY DANCING" e outros. Também naturalmente começaram os bate-pés, e os verdades ou consequência, e depois os beijinhos atrás da escola e no autocarro para casa... Quando dei por mim, respirava, "comia", bebia e vivia miúdas... mas eu e todos os meus colegas... não sei porquê mas ainda hoje mariquices não existe nos 10 ou 15 gajos lá da terra das "minhas gerações", e se existisse não haveria problema, porque o que é diferente não nos incomoda, simplesmente "ainda" (e acho que nunca) não fui (vamos) por aí... Depois aconteceu... descobriu-se o sexo!! E só depois as primeiras paixões e as primeiras grandes vitórias e derrotas claro... A princípio complicava-me muito o sistema tentar perceber porque é que as mulheres (miúdas) diziam uma coisa e pensavam outra... mas mais tarde percebi que só o facto de eu as saber ler entre linhas... e sorrisos, e expressões, e sentimentos era por si só algo de raro e precioso... Andando para a frente, muito para a frente, de lá para cá não lhes fiz a conta e recuso-me a fazer, mas sei quem mexeu comigo, quem chegou e partiu e nunca chegou realmente a partir... podendo ser eu considerado um Homem de uma Mulher só, também não posso deixar de considerar que fui ou até sou um homem de algumas paixões... Agora já não mudo muito, direi que cada vez mais vou sendo "EU" e não aquele "eu" voraz e avido de vida, também aprendi a contemplar, a saborear, e embora soubesse parar, não sabia não começar... Agora cá do alto (ou do baixo) dos meus trintas respiro e por vezes não anseio como outrora... mas as coisas ainda acontecem, não sei bem porquê, ou não quero saber...

E escrevo para continuar sem perceber percebendo, que fui sendo para as mulheres algo de incomum, algo de irreal, algo de por vezes precioso, algo de viciante e dependente, algo de saboroso, e algo de aventuroso... algo de concreto mas sem o ser plenamente, algo de memorável sem dúvida... Gostava de ter tido uma vida para cada mulher extraordinária que conheci, elas mereciam eu não!!!

E hoje que paro e olho e tento por vezes não respirar para não darem por mim... assusto-me quando alguém que tem tudo, acha que eu sou diferente de tudo e de todos, "como uma cartada de liberdade"... e até no viver do dilema hoje sou diferente, troco a cor da voracidade violenta de sentimentos galopantes com vontades inebriantes, por um deixa lá ver o que é que isto vai dar pouco mais que monocromático... mas será que é mesmo assim?? E muito mais haveria a esconder nas entrelinhas a escrever sem sentido mas sentidas... que não escrevo!!

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